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História de algumas vidas - Guilherme de Almeida

Noite. Um silvo no ar.
Ninguém na estação. E o trem
Passa sem parar.


3 comentários:

  1. Um leve bocejo, um encolher de ombros, que venha a estação do nosso destino.
    (E, no entanto, para trás ficou algo com vida. Mas o ego acaba por se sobrepor)

    Beijo :)

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  2. À noite, um silvo penetra na espessa solidão,
    como um grito que parte o coração!

    Beijos,
    AL

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  3. A poesia presente nos comentários.

    Obrigada, poetas!

    Boa semana com muita poesia.
    Beijos :)

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