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Ciclo - Carlos Nejar

O mundo recomeça
no quintal do ombro,
no convênio do ombro,
no pampa do ombro,
na janela do ombro,
nas cancelas do ombro,
na porteira do ombro,
nos jorros do ombro,

na ombridade do ombro.


3 comentários:

  1. Se o mar adormecer em desvario
    As ondas não mais se formarem
    Se as gaivotas se perderem do ninho
    As árvores mais altas tombarem

    Se o dia não encontrar a manhã
    As nuvens deixarem de chorar água pura
    Se as pedras da ilha roubarem a cor ao verde
    As tuas palavras deixarem de ser raiva dura


    Boa semana


    Doce beijo

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  2. Quão importante, é o ombro!
    Suou lindamente, na sua poesia...
    Hei de voltar! Um abraço, da Lúcia

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  3. As vezes o peso é tão grande...
    bjs Nádia.

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