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Acalma-te, coração! - Rabindranath Tagore

Acalma-te, coração, e não te deixes
perturbar.

Silencia minha boca,
e não emitas som algum.
Espera, sentimento meu,
e não te deixes molestar pelo medo
ou pela ansiedade.
A madrugada espia as estrelas quando
a noite atinge o apogeu, e o grão, que
se arrebenta no solo, transforma-se em vida.
Ama o tempo.
As crianças crescem.
Os rios se movimentam.
As nuvens correm pelo ar.
Assim também, as dádivas do meu Rei
chegarão aos teus desejos tranquilos,
no momento próprio.

4 comentários:

  1. Oi Nádia, Boa Tarde. Esse poema veio na hora certa.
    Ando muito anciosa,quero fazer mil coisas ao mesmo tempo e acabo destruindo a qualidade de cada uma delas.Tenho que esperar.Obrigada.Lindo poema.

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  2. Grãos de esperança se libertam destas palavras. Assim o coração as oiça...

    Beijo :)

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  3. Um coração calmo para uma espera sádia.
    boa noite Nádia.
    oa.s

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  4. Oi Nádia! Belo poema! Às vezes acalmar o coração para as aflições é difícil! Saudades de apreciar seu blog!!!!! Muitos beijinhos bye

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