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Poemas do vento - Menotti Del Picchia


Gastar-se no tempo
diluir-se no vento
evolar-se no sonho
deixando
- haverá quem o colha? -
um resíduo...

Memória.

Levarei por onde ande
uma inquietação mais nada
impulso vital que extingo
dentro de um pouco de lama.

Tal que o vento que baila
fazendo seu corpo efêmero
com a poeira das estradas...

4 comentários:

  1. Mas, ainda assim, fica a esperança de que alguém colha algo daquele voar, um resíduo que seja...

    Beijo :)

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  2. Seu blog é simplesmente lindo!!!!!!!! Parabéns...Abraço Ivani Lazarine.

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  3. Bem bonito

    o poema!

    Saudações poéticas

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  4. Agradeço a vocês pela visita e comentário.
    Peço desculpas pela ausência, estou em uma fase de muito trabalho.
    O meu carinho e abraço e sejam sempre bem-vindos!

    :)

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