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Silêncio Amoroso - Affonso Romano de Sant’Anna

 Preciso do teu silêncio
 cúmplice sobre minhas falhas.
 Não fale.
 Um sopro, a menor vogal pode me desamparar.
 E se eu abrir a boca minha alma vai rachar.
 O silêncio, aprendo, pode construir.
 É um modo denso/tenso - de coexistir.
 Calar, às vezes, é fina forma de amar.


5 comentários:

  1. Em muito momentos o amor dispensa palavras.
    Cadinho RoCo

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  2. É verdade... O amor existe muito além das palavras.

    Seja bem-vindo ao canto da poesia.
    Abraço :)

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  3. Muito lindo e verdadeiro. Acho que precisava ler isso.

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  4. "A cumplicidade silenciosa". Apenas quem ama sabe silenciar e ouvir o silêncio do outro.
    Oi Nádia, Adoro vir aqui, por esses tantos autores que você nos apresenta, bem como as imagens que compõem o espetáculo final. Tudo muito bem escolhido. Seu blog é como uma renda primorosa.
    Bjs. Nádia.

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  5. Obrigada, Lourdinha!
    Amo escolher os poemas e as imagens para os leitores do blog e
    você é especial, sempre traz palavras de carinho e estímulo.

    Uma ótima tarde!

    Beijo :)

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