Tranquilo, o mar não canta nem ondeia.
O nauta, imerso noutro mar de mágoas,
Os olhos tristes e úmidos passeia
Pela tranqüila quietação das águas.
A onda, que dorme quieta, não espuma;
O astro, que sonha plácido, não canta;
E em todo o vasto mar, em parte alguma
A mais pequena vaga se levanta.
Passei por aqui. Li tudo da página ouvindo a chuva caindo lá fora. Eu queria tanto essa chuva. Eu queria tanto estar aqui.
ResponderExcluirTempo e espaço se encontraram em mim nesta página poética.
Rita Lavoyer
Que lindo, Rita! Um momento docecomoachuva... aqui a chuva ainda não chegou; só no blog, as gotas de carinho...
ResponderExcluirAbraço :)