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Rede - Roseana Murray

Que a poesia
apanhe o invisível
em sua rede de nuvens e vento
por exemplo
o leve lamento que atravessa a casa
quando o passado invade
tudo de repente
e com sua teia transparente
paralisa o gesto
no meio do movimento

que a poesia diga
o que não pode ser dito
pedra e sentimento.


3 comentários:

  1. Nádia, saudades de seus versos, de suas poesias . bjs

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  2. É sempre um prazer receber sua visita, Eliete.
    Bjs

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  3. Nádia poesia é tudo...!
    Adorei o poema

    Um grande beijinho e apesar de estar mais ausente não te esqueço, beijos
    cecilia

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